quinta-feira, 23 de abril de 2009

Software Livre


Para iniciar a pesquisa sobre Software Livre (Open source, GNU, Creative Commons e Moodle) utilizámos um motor de busca, o Google, onde colocamos os nomes dos assuntos acima referidos. De seguida fomos procurando nos links apresentados, nas várias páginas com os resultados. Lemos diversos textos. Resumimos e apresentamos apenas definições reduzidas do assunto. Para a bibliografia recolhemos os sites/links que visitamos.

“É qualquer programa de computador que pode ser usado, copiado, estudado, modificado e redistribuído sem nenhuma restrição.” (Free Software Foundation, 1984)


O acesso ao código-fonte é uma condição necessária ao Software Livre. Os seus usuários devem respeitar as certas liberdades.

Open Scource deriva da licença Debian, contém alguns critérios específicos para a distribuição, para além da exigência da publicação do código fonte. Ex: Mozilla Firefox, Apache HTTP server, Perl, Linux, Ebuddy...

A GNU (General Public License) é uma licença direccionada para software que concede a liberdade de executar, estudar e aperfeiçoar o programa e de redistribuição pela comunidade, no entanto, alguns direitos de autor ficam resguardados.


A Creative Commons é uma licença que surge da expectativa de flexibilizar a utilização, a execução e a distribuição de obras, embora os direitos de autor fiquem reservados.

O Moodle é um Software de administração de actividades educacionais com o intuito de apoiar a comunidade escolar, através da disponibilização de conteúdos das disciplinas, permitindo uma aproximação discente/docente no estudo online.

O Contexto Institucional U.M.




Repositorium

Na Universidade do Minho, a “migração” para a Internet, ocorreu no quadro da Iniciativa e-U (projecto universidade electrónica).Este projecto envolveu e envolve Serviços, Conteúdos, Aplicações e Rede de Comunicações Móveis (dentro e fora da Universidade) para estudantes e professores do Ensino Superior, disponibilizados através de uma rede sem fios, possibilitando assim, a transmissão de dados em banda larga, sendo possível ter acesso a aulas, artigos, trabalhos, notas, serviços, Internet , entre outros.

A ‘migração' para a internet tem como principais iniciativas: o Campus Virtual, o RepositoriUM, os laboratórios virtuais e o repositório de e-conteúdos.
Nós realizámos uma pesquisa sobre o Repositorium porque pensarmos que este é uma das iniciativas mais importantes. Apresentamos então de seguida, todos os passos a percorrer para poder consultar o Repositorium.

Para consultar o Repositorium tivemos que aceder ao site da Universidade do Minho (www.uminho.pt). De seguida, apresenta-se-nos um conjunto de itens variados que podemos usufruir e nós seleccionámos “Bibliotecas”. Depois de seleccionar este item, encontra-se lá o endereço dos Serviços Documentais da Universidade do Minho (www.sdum.uminho.pt) e devemos clicar nesse mesmo para podermos ir ao encontro do Repositorium. Posteriormente, encontramos nessa página outra gama de sugestões que podemos gozar e escolhemos o item que tem por nome “Repositorium”. Por fim, basta colocar aquilo que pretendemos procurar e apresentasse-nos uma série de documentos.

Em suma, “o RepositóriUM é o repositório institucional da Universidade do Minho, constituído com o objectivo de armazenar, preservar, divulgar e dar acesso à produção intelectual da Universidade do Minho em formato digital. O RepositóriUM pretende reunir, num único sítio, o conjunto das publicações científicas da UM contribuindo desse modo para o aumento da sua visibilidade e impacto e garantindo a preservação da memória intelectual da Universidade do Minho.”

Fontes:
https://repositorium.sdum.uminho.pt/about.jsp
www.uminho.pt
www.sdum.uminho.pt
http://www.r020.com.ar/paperlandia/detalle.php?id_handler=7599
http://repositorium.sdum.uminho.pt/bitstream/1822/422/2/Apresenta%C3%A7%C3%A3o%20Congresso%20BAD%202004%20B.pdf

Ambientes Virtuais

Second Life

Realizámos uma pesquisa sobre os vários ambientes virtuais, que podem ser eles: o Software Social, os jogos, etc. Con
tudo, vamos nos debruçar no que é o Second Life.

Começamos por colocar no motor de busca Google, o nome do programa. De seguida, clicámos na hiperligação (http://secondlife.com/) que nos levou ao site. Quando nos encontrávamos na respectiva página, verificámos que nesta se encontravam vários “ambientes/mundos” virtuais e seleccionámos um aleatoriamente. Para prosseguir esta pesquisa, tivemos que seleccionar o idioma e inscrevermo-nos no site. No questionário, foi-nos solicitado que escolhêssemos um nome fictício, um sobrenome, que colocássemos o correio electrónico, a palavra-passe e os dados verdadeiros.

De seguida, solicitou-se que lêssemos os requisitos para aderir a este mundo virtual e que os aceitássemos para poder fazer parte. Depois mandaram um email para nós confirmarmos os dados e por fim, já se podia voltar ao site para fazer o download do programa. Feito isto, já se pode entrar no mundo do Second Life. O Second life é um ambiente em 3D, onde se pode conviver com outras pessoas on-line. Após conectarmos com o mundo virtual, nós estamos soltos pelo mundo e encontramos alguns locais de interacção e dicas de como nos movermos e manusear as ferramentas que se nos apresentam.

Actualmente, este tipo de ambiente também tem sido usado por educadores, para ensinarem à distância, para promoverem ajudas na aprendizagem de línguas estrangeiras, até porque esta plataforma também criou Teen Second Life, em que o acesso está reservado aos jovens dos 13 aos 17.

Mas, existe uma questão que nos preocupa: Será que isto não faz nem fará com que os educandos e a população seja mais sedentária?!
Fontes:
http://www.tuxresources.org/blog/archives/78
http://nelsonzagalo.googlepages.com/Ambientesvirtuais_web2.0.pdf

Suguestão de exemplos de videos, associados:
http://www.youtube.com/watch?v=b72CvvMuD6Q;
http://www.youtube.com/watch?v=ilpBPUAQ_Eg.

Pesquisas Na Internet


Linha Temporal do "Epic 2014"


quarta-feira, 22 de abril de 2009

Are we the machine or slave machine?

(Análise e Comentário Reflexivo do "Epic 2014" em consonância com o filme "The Machine is Us" e o extracto "Saramago e a Janela da Alma")

Ao longo dos tempos, as TIC, rapidamente difundidas, têm provocado mudanças profundas na sociedade, em geral.

A nível educacional, as Tecnologias de Informação e Comunicação permitem uma compreensão mais ampla do mundo em que vivemos, levando-nos a obter novos saberes. «As TIC podem influenciar o desenvolvimento de um currículo por competências, isto é, […] enquanto componente do currículo de carácter transversal, como facilitadoras do processo de ensino-aprendizagem dos alunos, permitindo o desenvolvimento de competências (saber em acção).» Não descurando que, cada vez mais, os professores pedem aos seus alunos que tenham um domínio mínimo das TIC e as usem como suporte nos seus trabalhos.

O “EPIC 2014” veio revolucionar esta tão rápida e vasta evolução das TIC. Este filme, além de nos permitir ter a percepção do enorme progresso das Tecnologias, mostra-nos também a possibilidade de no futuro o Google poder dominar o mundo. Segundo Robin Sloan (autor do filme), «É o melhor dos tempos, é o pior dos tempos». A nosso entender, Sloan quis apenas chamar-nos a atenção para a rápida evolução das Tecnologias e tudo o que as envolve, como o facto das gerações terem acesso a tudo o que necessitam sem terem de se deslocar. Contudo, isto pode ser visto como um problema, se pensarmos que num futuro próximo quem irá dominar é o Google. E tudo o que está à sua volta terá de se adaptar ou até mesmo extinguir-se, o que pode levar a uma guerra pela posse de poder.

O filme The Machine is Us” está em consonância com o “EPIC 2014”. Tal como o Epic, esta produção veio mostrar, não só a transformação nas TIC, mas também relacioná-la com o ser humano. O ponto fulcral é levar-nos a reflectir se a máquina somos nós ou se a máquina nos utiliza. O filme pretende que consigamos perceber os limites e as potencialidades das Tecnologias, consoante a interacção do usuário.

«A Janela da Alma» de José Saramago vem na mesma vertente. Este extracto vem enunciar como se percepciona o mundo, como se observa milhares de coisas, através de uma máquina. Saramago quer-nos pôr a reflectir sobre o facto de querermos ver, ou não, o mundo como ele é. Acrescenta, ainda, que «O que eu acho é que nós nunca estivemos tão próximos da Caverna de Platão, como hoje…». Ou seja, com a globalização e a quantidade excessiva de informação que por aí circula, as pessoas vêem cada vez mais o mundo por meio de sombras.


Exemplo que se encontra abordado com esta temática:

“FÁBRICA

Máquina vai, máquina vem,
Máquina grita, máquina fala;
Ninguém, ninguém, ninguém, ninguém
Sabe escutá-la.
Máquina chora, máquina ri,
Máquina vai, máquina volta;
Ouvi-a! Ouvi-a! Ouvi, ouvi
Sua revolta.
Máquina vem, volta outra vez;
Sim-não? Não-sim? Não-sim? Sim-não?
Homem, responde! Diz-lhe quem és…
Vês como sofre sozinha, vês?
Homem, empresta-lhe o teu coração!"


Miguel Trigueiros


Fontes:

- ABRUNHOSA, Maria Antónia e LEITÃO, Miguel (1988) “Um Outro Olhar Sobre o Mundo”. Edições ASA, pp.136
- http://repositorium.sdum.uminho.pt/ (tese de Catarina Sofia Cardoso e Castro sobre a orientação da Professora Doutora Maria Palmira Carlos Alves – IEP)
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www.profala.com/arteducesp59.htm
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http://biblio.crube.net/?p=890
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http://www.scribd.com/doc/2524022/O-MEU-PORTEFOLIO-TIC-no-ENSINOAPRENDIZAGEM
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http://www.dgz.org.br/out03/Art_01.htm